|

|
|
• AUSÊNCIA DE ÓBITOS POR CÂNCER DE MAMA ENTRE MULHERES
INDÍGENAS RESIDENTES EM MATO GROSSO, BRASIL, 2000: PROTEÇÃO OU
SUB-NOTIFICAÇÃO?
Guilherme B. Castro , Cór Jesus F. Fontes ,
Ermelinda M. De-Lamonica-Freire2, Gerson S. Hamada , Jose Russo
Introdução.
|
|
O câncer é atualmente a segunda causa de morte, por
doença, entre os humanos, segundo dados da Organização Mundial
de Saúde. A doença é descrita em papiros egípcios datados de
1600 AC e presentes em relatos na Mesopotâmia, Grécia Antiga e
Império Romano (Bland e Copeland , 1994). A incidência é
crescente e universal, associada especialmente a longevidade dos
grupos populacionais, com particular expressão entre mulheres,
que têm registrado ganhos maiores de anos em relação aos homens.
Este dado justifica a primazia do câncer de mama feminino em
todos os estudos epidemiológicos de incidência da doença.
Quando se avalia a presença de câncer entre grupos
populacionais determinados, a primeira indagação que vem ao
pesquisador é o número de indivíduos expostos e a sua idade
média. Por uma razão direta, a incidência é alta quando a
população em estudo possui alta expectativa de vida. Isto porque
o câncer está incluído no grupo de doenças definidas como
crônico-degenerativas, decorrentes de degenerações orgânicas por
um longo período de tempo e associadas ao desgaste individual e
certos fatores externos. Incluem-se, também nesse grupo de
doenças, as do aparelho cardiovascular, o diabetes,
insuficiência renal, o enfisema pulmonar, entre outras.
O câncer de mama, em especial, é a doença deste
grupo que possui o registro mais remoto, presente em populações
antigas, pouco numerosas e de baixa expectativa de vida. Em
1862, Edwin Smith, em Tebas, no Egito, encontrou referências
sobre a doença em papiros datados de 1600 AC. Os relatos de
procedimentos mamários são abundantes em registros médicos, em
todas as épocas, como na idade média, renascimento e atualidade.
A mama feminina, como apêndice da pele, usualmente
revela suas afecções ao tato ou à visão (Bland e Copland, 1994),
o que facilita a sua observação. Associada à importância do
órgão no contexto da maternidade, sexualidade e feminilidade,
suas alterações são referidas com atenção. É de se esperar, que
as patologias mamáriasestejam presentes e sejam registradas em
todos os grupos populacionais, especialmente naqueles onde já se
encontram outras doenças de mesmo comportamento, com serviço de
notificação eficaz. |
|
• Epidemiologia do câncer de mama |
|
De acordo com a
Organização Mundial de Saúde, ocorreram 1.050.346 novos casos de
câncer de mama no mundo, em 2000, com uma taxa bruta de
incidência de 34,94 novos casos para cada 100.000 habitantes,
com 372.969 óbitos e taxa de mortalidade de 12,41 óbitos por
100.000 habitantes.
No Brasil, de acordo com estimativas do Ministério da Saúde, em
2000, o câncer de mama feminino foi a segunda maior neoplasia
incidente, logo após o de pele, com 28.340 novos casos(33,58
novos casos por 100.000 habitantes).
A mortalidade da doença foi de 8.245 óbitos, com taxa de 9,78
óbitos por 100.000 habitantes. Ainda, de acordo com o Ministério
da Saúde, em Mato Grosso no ano 2000, ocorreram 160 novos casos
de câncer de mama feminina (13,50 novos casos para 100.000
habitantes) e 40 óbitos com taxa de 3,77 óbitos por 100.000
habitantes (Tabela 1).
Tabela 1. Estimativa de incidência e mortalidade e
taxas brutas, por câncer de mama feminina no mundo, no Brasil e
no Estado de Mato Grosso, 2000.
Câncer de mama Casos novos Nº de casos Taxa bruta
Óbitos Nºde óbitos Taxa bruta
Mundo 1.050.346 34,94 372.969 12,41
Brasil 28.340 33,58 8.245 9,78
Mato Grosso 160 13,50 40 3,33
Fonte: Organização Mundial de Saúde, 2000 e
Ministério da Saúde, 2000.
Segundo o Relatório sobre a Saúde Mundial de 1998,
da Organização Mundial de Saúde, é necessária uma ênfase à saúde
da mulher, que refletirá na saúde de seus filhos, os adultos de
amanhã.
Comparado com o ano de 1955, houve um incremento na expectativa
de vida do ser humano, em todo o mundo, de 48 para 68 anos, em
média, decorrente, principalmente, do decréscimo das doenças
infecto-parasitárias.
Este fato, favorece um aumento das doenças não contagiosas, como
as cardiopatias, câncer, diabetes, desordens mentais, entre
outras, principalmente em países em desenvolvimento. Ainda, de
acordo com este relatório, os óbitos por coronariopatias, em
países desenvolvidos, estão em declínio, ao contrário dos óbitos
por câncer, que se mantém em crescimento, que, apesar dos
programas de prevenção e dos progressos alcançados em novas
pesquisas e tratamentos, somente um terço dos casos detectados
poderão ser curados.
O câncer de mama, próstata e cólon têm emergidos em diversos
países onde eram apenas mal conhecidos há 20 ou 30anos atrás, e
para todos os países, o câncer de mama é o mais comum entre as
mulheres (WHO, 1998).
O relatório do Ministério da Saúde do Brasil, com as
estimativas de mortalidade por câncer no país, em 2000, é
baseado em dados do Sistema de Informação sobre Mortalidade
(SIM), criado em 1975.
O preenchimento compulsório do formulário de óbito só foi
consolidado em 1995, com efetivo registro em municípios onde é
marcante a presença do Ministério da Saúde para obtenção destes
dados.
Os dados sobre incidência foram obtidos de Registros de Câncer
de Base Populacional(RCBP) existentes em apenas cinco dos mais
de 5.000 municípios do país.
O método para se chegar aos dados publicados, foi o proposto por
Black et all (1997), que permite obter taxa de incidência de
câncer de uma determinada região a partir de dados de
mortalidade desta e RCBP de outra semelhante.
A despeito da similaridade dos dados publicados, com o real, é
distante as taxas brutas de novos casos e óbitos para o câncer
de mama do mundo e no Brasil, para asde Mato Grosso.
O Estado de Mato Grosso está inserido na Região
Centro-Oeste do Brasil, com umaextensão territorial de 903.386
km2, população de 2.502.260 e com indicadoressociais, regional,
em geral acima da média nacional, revelando uma esperança de
vida ao nascer de 66,0 anos para os homens e 72,7 para as
mulheres; mortalidade infantil de 26,1 por mil nascidos vivos
(IBGE 2000).
É um Estado essencialmente agrícola, apesar de possuir uma taxa
de urbanização de 79,35 e um rebanho bovino de 14.438.135 (Censo
agropecuário, 1996), é o maior produtor nacional de soja e líder
em tecnologia de produção desta oleaginosa, bem como produz
49º/o de todo algodão do país (CONAB, 2000).
Estes dados, habilitam a população do Estado de Mato Grosso como
expostos a doenças crônico-degenerativas como outras populações
submetidas à análise sob este aspecto epidemiológico. |
|
• A
saúde da população indígena de Mato Grosso |
|
Neste estado residem aproximadamente 26.101 índios
(FUNAI, 2001) de diversas etnias, na grande maioria com cultura
ainda preservadas, que apresentam um crescimento populacional
surpreendente de 2,9º/o ao ano, acima da média nacional de
1,4º/o ao ano (Jornal da Paulista, 2000), decorrente da melhoria
das condições de saúde.
Neste aspecto, certas áreas indígenas, do Estado, são
privilegiadas, possuindo há algum tempo assistência efetiva à
saúde, com registros confiáveis dos agravos ocorridos. Em
especial, o Parque Nacional do Xingu, no nordeste do Estado,
onde vivem aproximadamente 3.725 índios, de 14 etnias, em 2,6
milhões de hectares.
|
|

|
|
|
No Xingu, desde 1965, o Instituto de Medicina
Preventiva da Escola Paulista de Medicina, Universidade Federal
de São Paulo, mantém um programa de assistência médica aos
índios da região (Jornal da Paulista, 2000). O programa promoveu
neste período, um levantamento das condições de saúde do índio,
cadastrando toda a população com ficha padrão individual,
assegurando vacinação e assistência médica, que resultou em
queda da mortalidade infantil de 109,1 óbitos para 1.000
nascidos vivos em 1971 para 31,5 óbitos/1.000 em 1997. A
mortalidade geral, no mesmo período, caiu de 15,3 óbitos para
1.000 habitantes para 4,10 óbitos para 1.000 habitantes (Jornal
da Paulista, 1998).
Outra região que merece destaque em registro de
agravos à saúde, é a reserva indígena de Sangradouro, no
município de Primavera do Leste, a 270 Km aoleste da capital,
onde existe desde 1906, instalada junto à reserva, uma Missão
Salesiana (Igreja Católica), com um ambulatório médico
estruturado para pequenos atendimentos e registro confiável dos
eventos epidemiológicos. Nesta reserva, a etnia predominante é
Xavante, com aproximadamente 1000 índios, com uma taxa bruta de
natalidade elevada de 57,7º/o (Souza, 1999). Porém, o acesso a
esta unidade de saúde é disponibilizada a todos os Xavantes do
Estado, instalados em reservas em torno de Sangradouro, com uma
população total de 9.658 índios, constituindo-se na mais
numerosa e preservada etnia, com menor grau de miscigenação,
segundo dados da FUNAI (2001). O ganho em qualidade de vida
deste povo é avaliado pelo crescimento populacional demonstrado
em dados de 1969, de acordo com Giacara e Heide (1972), quando
existiam 2.160 Xavantes na região, para os dados atuais, sem a
ocorrência de movimentos migratórios. Leite (1998)descreve que,
nesta reserva, 71,7 por cento da população adulta apresenta
algum sobrepeso ao avaliar 546 indivíduos de 0 a 90 anos de
idade.
Em agosto de 1999, o Governo Federal transferiu a
responsabilidade pela saúde indígena da Fundação Nacional do
Índio (FUNAI) para a Fundação Nacional da Saúde (FUNASA), do
Ministério da Saúde, criando em Mato Grosso quatro Distritos
Sanitários Especiais Indígenas (DISEI). Estas unidades deverão,
até o final de 2001, elaborar um levantamento completo da
situação de saúde de todos os povos indígenas do Estado, com
morbidade e mortalidade. Os dados de mortalidade de 2000já estão
concluídos, apesar de ainda não terem sido publicados, mas estão
disponíveis nos escritórios de cada DISEI (Tabela 2). Os dados
de mortalidade destes distritos estão assim distribuídos:
Tabela 2. Mortalidade indígena, 2000, em Mato
Grosso, distribuídos pelos Distritos Sanitários Especiais
Indígenas (DISEI).
DISEI Mortalidade por câncer Mortalidade por câncer
de mama Mortalidade por outras doenças
Canarana 02 00 11
Colíder 01 00 14
Cuiabá 03 00 45
Xavante 06 00 130
Dados: DISEI – FUNASA/MS, 2000.
O câncer de mama feminina em populações indígenas
de Mato Grosso.
Em meus dezoito anos de atividades médicas em
oncologia no Estado, atendendo em ambulatórios públicos de
saúde, onde a população indígena é triada e recebe tratamento na
especialidade, observei a presença de todos os tipos de câncer
neste grupo étnico. Até a cinco anos só existia uma unidade de
tratamento do câncer em todo o estado, concentrando todas as
informações em um único hospital A doença se manifesta nos dois
sexos e em todas as faixas etárias da população, porém, nunca
observei o de mama, motivando uma busca de dados, por sete anos,
que justificasse o evento .
Na elaboração deste artigo, contatamos todos os
coordenadores dos DISEIs de Mato Grosso, um grande número de
médicos, enfermeiras, antropólogos que participam de ações na
saúde indígena, há mais de vinte anos e foi unânime a informação
de que não existe a observação de câncer de mama entre as índias
residentes no estado.
A população indígena apresenta uma proporcionalidade
quanto ao gênero, semelhante aos não índios, isto é, 50º/o para
cada sexo. Os índios do Estado adotam o modelo Iroquês de
cruzamento, onde cada etnia determina o sentido, se patrilinear
ou matrilinear (Maybury-Lewis, 1984), considerando parentes, não
autorizados para o casamento, os descendentes paternos ou
maternos da família. Isto orienta uma rotação de cruzamento em
um único sentido, com consistente determinação para preservação
étnica. Um dado interessante, observado emtodos os índios não
miscigenados, residentes no Estado, é a presença absoluta de
tipo sangüíneo “O”, Rh positivo (Salzano, 1957; Saldanha, 1971).
Salzano (1961), no II Encontro Intelectual de São
Paulo, realizado na cidade de São Paulo de 21 a 27 de agosto
desse ano, discursando sobre a origem do homem americano,
comparou tipagens sangüíneas de populações asiáticas (dados de
russos asiáticos, japoneses, chineses, coreanos), melanésios,
indonésios eda Oceania, com índios da Amazônia e índios
brasileiros, encontrando, nestes últimos, 100º/o com tipo “O” e
fator Rh positivo. Na pesquisa bibliográfica, realizada para
este artigo, não foi encontrada uma discussão que avançasse
sobre esta observação interessante, porque, a presença de um
único tipo sangüíneo em todauma população, é universalmente
único. Vieira Filho (2000) em seu relatório de ações, descreve o
genótipo de poupança de insulina, definido pelo geneticista
James Neel, presente em populações indígenas brasileira, que
estaria promovendo uma epidemia de Diabetes mellitus tipo 2
entre Xavantes, em especial de Sangradouro.
Outras consolidações genéticas devem coexistir com
estes dados, que podem orientar pesquisas sobre os princípios da
carcinogênse, bases de sua iniciação ou supressão.
Discussão
A ausência de registro de câncer de mama em
populações etnicamente determinadas, constitui-se, por si só,
motivo de indagações, que à princípio, tendem-se para a
sub-notificação e a baixa expectativa de vida deste grupo. Estes
podem ser fatores dos viézes da observação, apesar de terem sido
insistentemente argüidos neste artigo preliminar. A construção
de associações lógicas imediatas bastam à racionalidade, porém,
são insuficientes para respostas científicas consistentes. Neste
grupamento, com mais de 26.000 indivíduos, são observadas
patologias crônico-degenerativas, como Diabetes e hipertensão
arterial, há mais de 30 anos, inclusive diversos tipos de
câncer. Possuem registro no ganho na qualidade e anos de vida,
sem a observação de câncer de mama. É um evento que não pode ser
desconsiderado.
Os fatores protetores da carcinogênese mamária,como
a primeira gestação precoce, multiparidade e amamentação estão
presentes nestas mulheres, associados à ausência dos fatores de
risco, como o uso de hormônios, que podemjustificar o não
registro da doença. Estudos epidemiológicos poderão ser
desenvolvidos com estes dados, livres das impurezas presentes em
outros semelhantes Aforte consolidação étnica deste grupo,
caracterizada pela tipagem sangüínea única e a presença de genes
favorecedores de Diabetes tipo 2, podem sugerir apresença de
genes supressores ou não mutados para o desenvolvimento do
câncer de mama.
É necessário, futuramente, um estudo mais
aprofundado sobre estes aspectos peculiares das índias no estado
deMato Grosso. A intenção deste artigo é de estimular o meio
científico no estabelecimentode projetos de estudos mais
consistentes para determinaros fatores que estão promovendo este
evento, isto é, sub-notificação ou proteção para a doença. |
|
Agradecimentos. |
|
Os autores agradecem aos coordenadores dos DISEIs no
Estado de Mato Grosso, médicos, enfermeiras e antropólogos que
atuam na saúde indígena, que nos forneceram os dados e subsídios
para que fosse possível a elaboração deste artigo. Agradecem,
ainda, aos funcionários da FUNAI em Primavera doLeste e Cuiabá,
no Estado de Mato Grosso eBrasília, no Distrito Federal bem como
aos funcionários da biblioteca da FUNAI, em Brasília. À Missão
Salesiana em Sangradouro, Mato Grosso, pelosuporte às
informações coletadas. |
|
Bibliografia
1. A Escola paulista de Medicina e o Parque Nacional
do Xingu. Obtida via Internet. http:/www.epm.br/pediatri/chefia/epmxing.html,
2001.
2. BLAND, Kirby I.; COPELAND, Edward M. A Mama:
Tratamento Compreensivo das Doenças Benignas e
Malignas. LOCAL: Manole, 1994.
3. BRASIL. Ministério da Saúde. Instituto Nacional
do Câncer. Estimativa da Incidência e Mortalidade
por Câncer no Brasil, 2000. Rio de Janeiro:
Ministério da Saúde, 2000.
4. WORLD HEALTH ORGANIZATION – WHO. Cancer Incidence,
Mortality and Prevalence Worldwide, 2000 Estimatives.
LOCAL: EDITORA, 2000.
5. FUNDAÇÃO MATO GROSSO. TÍTULO. Obtida via
Internet. http://www.fundacaomt.com.br/cottonquality/,
2001.
6. GIACCARA, Bartolomeu; HEIDE, Adalberto. Xavante (Auwe
Uptabi: Povo Autêntico). São Paulo: Editorial Dom
Bosco, 1972.
7. INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA.
TÍTULO. Obtida via Internet. http://www.ibge.gov.br/ibge/estatistica/populacao/,
2001.
8. INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA.
TÍTULO. Obtida via Internet.
http://www.ibge.gov.br/ibge/estatistica/economia//agropecuaria/
censo,
2001.
9. LEITE, Maurício S. Avaliação do Estado
Nutricional da População Xavante de São José, Terra
Indígena Sangradouro – Volta Grande, Mato Grosso.
Rio de Janeiro, 1998, p?. Dissertação (Mestrado) –
Escola Nacional de Saúde Pública
10. MAYBURY-LEWIS, David. A Sociedade Xavante.
LOCAL: Francisco Alves, 1984.
11. Projeto Xingu completa 35anos com muita Saúde.
Obtida via Internet. http:/epm.Br/jpta/ed146/assis1.htm,
2001.
12. FUNDAÇÃO NACIONAL DE SAÚDE. Relatório de Óbitos
Ocorridos nos Distritos Sanitários Especiais
Indígenas do Estado de Mato Grosso em 2000: DISEI
Xavantes, DISEI Cuiabá, DISEI Colíder,DISEI Canarana.
(Relatório interno).
13. SALDANHA, Sônia G. Grupos sangüíneos em Índios
do Parque Nacional do Xingu. Revista Brasileira de
Pesquisa Médica e Biológica, v. 4 , p. 311- 314,
1971.
14. SALZANO, Francisco M. Genetics of South American
Indians and the origin of American Man. In: ENCONTRO
INTELECTUALDE SÃO PAULO, 2., São Paulo, 1961. Anais.
São Paulo, UNESCO, 1961. (Separata).
15. SOUZA, Luciene G. Perfil demográfico dos
Xavantes de Sangradouro Volta Grande, Mato
Grosso,1993-1997. Rio de Janeiro, 1999, p.?.
Dissertação (Mestrado) – Escola Nacional de Saúde
Pública.
16. FUNDAÇÃO NACIONAL DO ÍNDIO – FUNAI. Terras
Indígenas no Estado de Mato Grosso. Março, 2001.
17. VIEIRA FILHO, João Paulo B. Relatório de ações
desenvolvidas pelo Dr. João Paulo Botelho Vieira
Filho da Escola Paulista de Medicina na área de
saúde indígena. São Paulo, 2000.
18. WORLD HEALTH REPORT 1998. Executive Summary.
Obtida via Internet. http://www.who.int/whr/1998/exsum98e.htm,
2001. |
|

|
|